terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eu sou um melão

Contempla o silêncio e ouve o momento em que o portão se abre e o silêncio acaba. Espanta os medos com frases heróicas, declarações sinceras envenenadas. Não sai, não telefona, nem atende ligações. Se esbalda de doce, moribunda na frente da tv se extasia desacompanhada. Se ocupa em respirar e fuma como se bebesse água. Fecha os olhos e conta até cem sem espasmos, entre cem espaços vazios disponíveis para que escolhesse um para ocupar. É necessário apenas um ponto de interrogação para se colocar tudo em questão...E dormir é a melhor solução para limpar a chaminé, tomando café se re-acende a fogueira.

E há vida de arte
E há quem viva de morte
E há quem viva de amor
E há quem viva de sorte

( o papinho da "sorte do amor tranquilo com sabor de futa mordida" já encheu o saco!)

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