sexta-feira, 18 de março de 2011

Um tempo no tempo


Fui tentando encontrar, em tempo, um espaço onde o versinho caiba sem ser ridículo. Com tanta paz interior, fluem minúsculas facilmente. De um modo friamente sensato, doce é o novo gostinho do paladar da minha alma. Pausa-da-mente minha salpicada de açúcar dela, afim de fazer um melado de amor. Cautelosa, não estou com pressa de absolutamente nada, exceto acordar. Encontrei algumas respostas que me trarão outras perguntas, e outras velhas respostas se apagarão no tempo, este espaço preencherei com novas respostas, sem temer absolutamente nada, exceto o sim. (É, o sim é perigoso...)

Estarei firme na minha fé, com todas as preces em dia. Canal ligado no bem da vida, sem perder meu direito de ser contraditória. Não estou com a mínima pressa, mas preciso correr! Eu preciso estar e estou aberta. E com certeza eu não vou casar com quem me achar primeiro. Eu vou preferir estar com quem me descobrir (diariamente.)

ICMT 16/03/11

4 comentários:

  1. ...uma resposta pra um dominó inteiro de perguntas...

    passarei sempre por aqui, achei bacana o som e as letras, Bel!

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  2. Eu te imito na serenidade. Eu te admiro na poesia. Eu te observo na alma. Eu te sinto na saudade.

    :)

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  3. Eu te imito na serenidade. Eu te admiro na poesia. Eu te observo na alma. Eu te sinto na saudade.


    :)

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