sábado, 16 de abril de 2011

Poética do Sábado de Manhã da Bailarina do Amor


Penso muito sobre o amor e não concluo nada.
O amor guia à quietude... e eu quero muito amor e muita quietude.
Leveza no pensamento,
Coração entusiasmado com a conquista dos detalhes que nos unem.

A poesia pena em mim e não concluo nada.
A poesia guia à inquietude (loucura)... e eu quero muito sentir a arte disso.
Concentrar no silêncio poético do coração e seu vazio,
Sem pressa esperar sempre o sentimento sanar.

A inquietude (loucura) pesa em mim e não concluo nada.
A inquietude (loucura) frente à quietude do amor e eu querendo poesia e amor.
Silencio vazio em poesia, suspiro sincero
O vazio leve de mim, cheio de possibilidades de amar.

Amar pesa em mim e não concluo nada.
E eu querendo você e querendo tocar em você
Conquistar os territórios do teu corpo
Sentir se teu corpo pesa em mim, mas e depois de conquistado?

, mas eu preciso mesmo da loucura?
, amor é mesmo isso tudo na vida? Qual tipo? Do que estamos falando?
Vontade de chupar num beijo gostoso o português da sua língua
Massagear todos os seus segredos enquanto trabalho silenciosamente minha fobia de envolvimento.

Um comentário:

  1. Avisto um sorrateiro caxixi!

    ...

    A loucura é um extremo de lucidez... (nietzsche)

    E o amor... ah o amor,- já é um descanso na loucura! (guimaraes rosa) quando se sente, não se sabe porque, nem quando e se se diz.

    De tanto que invade, preenche, alucina com sutileza que não cabe em pensamento (e talvez, nem em letras).

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