terça-feira, 7 de junho de 2011

Sobre minhas noções de bioamizade-sincera

A poesia não existe para ser dolorida, mas ela dói
O samba não existe pra ser rock'n'roll, mas Caetano é power trio.
Meus amores do passado não precisam ser lembrados, mas minha noção de amor é muito ampla.
Meus amigos me esquecem, mas eu também esqueço dos meus amigos.
A amizade é a princesa da alma, os súditos são nossas afinidades.

Nosso peso pode ser leve.
A bronquite pode ser curada.
Na halopatia, semelhante é contra semelhante, contudo, os receptores lutam contra o que nos atinge e tratam-se de moléculas e espaços: uma gosma que une tudo isso! E não precisa explicar o seu desenho, eu não entenderia, e meus amigos farmacêuticos são tão mega-interessantes....

Quando o medicamento é homeopata a gente randomiza,
dinamiza, ativa e não chega a ponto de fazer efeito.
Existem pessoas que funcionam, mas é uma gota de princípio ativo no mar.
A homeopatia é a física energética do silenciado...

Minhas moléculas de dois hidrogênios e um oxigênio estão posicionadas e espaçadas, porque o movimento precisa existir e pede sua consciência de si para comigo!
Isomeria do meu conhecimento homeopatizado falho que muda as moléculas de lugar. Malditas moléculas dinâmicas e invisíveis.

Insanas referências em fragmentos de informação: energia corrente no corpo em um canal que que te liga aos órgãos do pulmão e inflam o estômago e a gente não acredita porque a coisa é cientificamente física.

A última opção é se curar da doença holística... Eu também respeito o comunismo e os Mutantes.

A molécula na homeopatia é uma safadinha... se move e melhora, na maioria dos casos, se adapta de acordo com a precisão/dinamização.

E você, já deu uma de molécula dinâmica hoje??? Tenta, bobo.

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