domingo, 12 de agosto de 2012

Gente vibrando com a minha fragilidade¹

Uma imagem vale mais que mil palavras.
As imagens que eu não consigo compartilhar.
O silêncio que pesa em lágrima nos meus olhos;
Uma força que força minha expressão fácil.
E aí aquela cara de sofrida é a imagem que você não vê.  
Eu choro com ternura, meu choro é reflexo da minha alma e da minha falta de malícia com a ruindade desse povo. 
Um deboche essa malícia desse povo.
E aí aquela cara de sofrida é a imagem que você vê.  
Mas eu também sou povo. 
E sou completamente entregue à minha fé. Ou seja, você sempre vai me importar um pouco menos do que você imagina, também.
Mas você me importa muito! Eu amo você e você sabe disso. Não sabe?!

Eu fui obrigada a trabalhar mágoas muito absurdas para conseguir amar você assim.

Uma imagem vale mais que mil palavras.
Eu sempre terei a imagem da maluca...
A mesma que ou se ama ou se odeia, que somente eu a conheço por dentro.

Mas não são os insensíveis² que me fazem chorar, eles fazem parte do pacote.





¹ Título original: The last days, vulgo Meus dias fúnebre
² No texto original, " idiotas"



Nota de rodapé da mãe da autora:

Filha, canaliza esse sentimento pro perdão. Só se engrandece quem aproveita as diversidades da vida pra se superar, e você é uma vencedora com todos seus méritos próprios.
Te Amo.



Trilha sonora: http://soundcloud.com/inpopularbrasileira/03-tom-z-tropicalea-jacta-est


Nenhum comentário:

Postar um comentário